Tel Aviv, 7 de novembro (Adnkronos) – Cinco dias após sua prisão, um juiz ordenou a libertação do ex-procurador militar Yifat Tomer-Yerushalmi, colocando-o em prisão domiciliar por 10 dias. Tomer-Yerushalmi está proibido de contatar qualquer pessoa envolvida no caso por 55 dias. Enquanto isso, um telefone celular foi encontrado no mar perto da Praia Cliff, em Netanya, e a polícia não descartou a possibilidade de pertencer ao ex-advogado.
"Não é impossível que seja dela", disseram os policiais, enquanto se preparavam para determinar se o aparelho móvel realmente pertencia à mulher.
Tomer-Yerushalmi é suspeita de fraude, abuso de poder, obstrução da justiça e divulgação ilegal de informações em conexão com seu papel no vazamento para a mídia de um vídeo que mostra soldados das Forças de Defesa de Israel torturando um detento em Gaza no centro de detenção de Sde Teiman no ano passado.