Roma, 17 de novembro (Adnkronos) – O Conselho Supremo de Defesa, reunido por mais de três horas no Palácio do Quirinal sob a presidência do Chefe de Estado, Sergio Mattarella, enfatizou que "o conflito na Ucrânia não mostra sinais de arrefecimento" e observou "com preocupação a determinação da Rússia em prosseguir, a todo custo, com seus objetivos de anexação territorial".
Kiev continua sendo alvo de bombardeios constantes contra infraestruturas civis e críticas, resultando em graves cortes de energia e inúmeras vítimas; o preço a pagar pela população é cada vez mais alto e injusto. O Conselho "confirmou o apoio total da Itália à Ucrânia na defesa de sua liberdade. O décimo segundo decreto de ajuda militar atende a esse propósito. A participação nas iniciativas da União Europeia e da OTAN para apoiar Kiev e o trabalho de reconstrução futura do país permanece essencial."
O conflito — conforme declarado no comunicado divulgado ao final da reunião — revelou uma transformação na condução das operações militares, especialmente no que diz respeito ao uso de drones, que a Rússia utiliza para violar o espaço aéreo da OTAN e da União Europeia. Embora essas ações tenham confirmado a prontidão da Aliança Atlântica, elas também destacam a necessidade de a Europa adaptar suas capacidades a novos cenários, desenvolvendo projetos inovadores como os contidos no Livro Branco da Defesa para 2030.