Roma, 14 de novembro (Adnkronos Salute) – “No Fórum, pediremos mais recursos para o sistema de saúde, mas também impulsionaremos a inovação: inovação em protocolos clínicos, inovação em processos organizacionais, inovação no trabalho de médicos e enfermeiros. Essa é a centralidade da tecnologia e da inteligência artificial, que hoje podem ser a ferramenta e a oportunidade para uma grande inovação no sistema de saúde.”
Há também um prêmio para isso: já temos de 30 a 40 projetos de empresas da área da saúde." O objetivo é "incentivar as empresas da área da saúde a aproveitarem essa grande oportunidade." Foi assim que Vasco Giannotti, presidente do Fórum de Gestão de Riscos em Saúde, explicou à Adnkronos Salute o conteúdo da vigésima edição, agendada para Arezzo de 25 a 28 de novembro de 2025, que "surge de uma pesquisa muito exigente que o Instituto Gutenberg realizou em conjunto com o Ministério da Saúde e a Agência Regional de Saúde (Agenas) sobre questões de prevenção de riscos na área da saúde e promoção da saúde do paciente. Ao final dessa pesquisa, reunimos profissionais da saúde para apresentar" os resultados. "Foi um grande sucesso", explica Giannotti. "A partir daí nasceu o Fórum, que foi crescendo gradualmente, passando da segurança do atendimento para todas as principais questões de governança e inovação do sistema de saúde, buscando adaptar a qualidade dos serviços às necessidades concretas dos cidadãos."
O programa do 20º Fórum de Gestão de Riscos em Saúde é "muito rico e abrangente", enfatiza Giannotti. "São mais de 80 sessões científicas, 20 grupos de trabalho e 1500 palestrantes. A riqueza e o sucesso do Fórum residem precisamente nessa grande comunidade que se reúne, debate e compartilha propostas. Uma característica marcante do Fórum", acrescenta, "é que ele busca ideias, propostas e soluções — especialmente de profissionais e gestores da saúde, em diálogo com instituições de saúde regionais e nacionais — para atender a essa grande necessidade de inovação no sistema de saúde. É por isso", enfatiza, "que daremos a todos a oportunidade não só de participar, mas também de apresentar suas próprias ideias e propostas."
A ambição do evento é "ser uma oportunidade para tentar estender a mão, uma contribuição", para que "nosso sistema de saúde — um dos melhores do mundo — não só sobreviva, mas também melhore, porque os cidadãos precisam de maior acesso e de atendimento mais próximo para suas necessidades, tanto de saúde quanto de assistência". Por essa razão, a esperança é que as propostas compartilhadas "possam ser compiladas em documentos de posicionamento, a serem apresentados após o Fórum à Conferência das Regiões, às comissões parlamentares e ao Governo".